sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"Mata-se ainda pela falta de Deus em suas vidas"

Vai abaixo a íntegra do texto "Falência do Poder", do jornalista e escritor Geraldo Menezes Barbosa, publicado em 14 de outubro de 2011 no site do Diário do Nordeste (e presumivelmente na versão impressa também):

No ser humano, toda ideia inicial de assassinar o próximo nasce do egoísmo ferido, desvios mentais inatos ou adquiridos por reações endócrinas. Mata-se ainda pela falta de Deus em suas vidas, onde falhou a educação na família. O Brasil, rotulado de terceiro mundo, comporta-se neste terceiro milênio como um dos campeões de assassinatos, onde predominam as vítimas jovens, envolvidas em ondas de narcotráfico. Segue-se o abuso de poder dos déspotas políticos e econômicos, capazes de fragilizar a dignidade da justiça com ameaças ou subornos e manter grupos de extermínio dentro das corporações de segurança, orientados para execuções sumárias de autoridades judiciárias, e combater, ao mesmo tempo, quadrilhas paralelas, na senda do crime organizado. O assassinato da juíza, no sul do País, anunciado com aviso prévio, e a audácia dos oficiais policiais que cuidaram em fuzilá-la com requintes de poder destruidor, revelou a chocante mensagem ao mundo de que, no Brasil, as leis e a justiça podem ser descartáveis pelos poderosos. Em que perspectiva de segurança pode-se classificar a atual sociedade organizada do País, sob a responsabilidade dos Três Poderes, numa oportunidade em que, mais uma vez, são desmascarados os inimigos dentro das nossas repartições públicas, regidas por leis caolhas e inseguras? O último aditivo na legislação criminal substitui a sentença do réu, condenado a pena de quatro anos e meio de prisão, pela liberdade condicional mediante fiança no valor arbitrado pelo delegado de polícia de plantão. Abertura à criminalidade.
Predomina a inanição de ânimo no Congresso Nacional em favor das reformas legislativas. Elas exigem um pouco mais de trabalho, senso patriótico e amor ao País. A maioria dos nossos congressistas demonstra uma crônica exaustão.
O Brasil tem involuído no setor judiciário, carente de leis atualizadas. Permanece a negligência na execução dos mandatos. Percebe-se a ausência de um aparelhamento que moralize e promova a execução de suas decisões. Até quando?
As leis de um país são sua espinha dorsal. Retilíneas. Firmes.


Envie HOJE seus comentários ao jornal, através dos endereços centraldeatendimento@diariodonordeste.com.br, aloredacao@diariodonordeste.com.br, http://twitter.com/diarioonline, http://www.facebook.com/diariodonordeste e http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95659965.

"Todo ateu foi abusado sexualmente, nunca é honesto e inteligente"

Leiam abaixo o texto "Contra o ateísmo militante", de João Emiliano Martins Neto:


Comentário meu na blogosfera (http : / /libertatum.blogspot. com/2011 /10/ censuras- virtuais. html )  Ateísmo militante é burrice e amoralismo militante. Não que eu saiba em que pé estão os estudos acerca da existência de Deus, porém, sei por experiência própria de que qualquer diálogo inteligente filosófico e científico (teológico, por exemplo, cf. na Bíblia Rm 1:20) vai sempre chegar, por fim, no fato aporético, como se diz em Filosofia, ou seja, incontornável de que Deus existe, mesmo e ponto. 
Acho todo ateu, agnóstico e indiferentes uns no fundo, no fundo em verdade é um bando de traumatizados pela vida: abusados sexualmente na infância ou ingratos e odientos para com o próprio pai (homem), nunca pessoas honestas e inteligentes.
Os interessados podem encontrar o email dele aqui, mas o mais importante é notar que o texto fere as diretrizes do blogger.com:
Incitação ao ódio: queremos que você use o Blogger para expressar suas opiniões, mesmo que elas sejam polêmicas. No entanto, não passe dos limites com a publicação de incitação ao ódio. Por incitação ao ódio, nos referimos a conteúdo que promova ódio ou violência em relação a grupos com base em raça, etnia, religião, deficiência, sexo, idade, status de veterano ou orientação sexual/identidade de gênero. Por exemplo, não escreva um blog dizendo que os membros da raça X são criminosos ou defendendo a violência contra praticantes da religião Y.
Os interessados em denunciar o texto devem clicar no link "Denunciar Abuso", no alto da página do texto original, e escolher "Incitação ao ódio ou à violência".

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ateus são corruptos e semeiam "desavenças, ódios, discórdia com seus atos e línguas ferinas"

Na seção Gotas de Serenidade, o Jornal de Barretos publicou o artigo O fruto do 'saborear a dor' no dia 5 de outubro, cuja íntegra segue abaixo:

Quem se decide a viver uma vida cristã de verdade, seguir a Jesus, estar com Jesus, certamente topará de frente com a Sua Cruz. Eu já tenho escrito sobre o grande esforço que, juntamente com minha esposa, tenho feito, para sermos bons cristãos.
Quando nos abandonamos nas mãos de Deus é freqüente que Ele nos permita saborear a dor, a solidão, as contrariedades, as calúnias, as difamações, os escarneos, por dentro e por fora, porque quer moldar-nos à Sua imagem e semelhança, e tolera também que nos chamem de loucos e que nos tomem por pessoas que vivem no mundo da fantasia.
Aquele que decide, com todas as fraquezas, ser um autêntico cristão, ser um bravo seguidor de Cristo, experimenta na sua própria carne que aqueles que deveriam amá-Lo, o tratam de uma maneira que vai da desconfiança a hostilidade, da suspeita ao ódio. Olham-no com receio, como a um mentiroso, por não acreditarem que possa haver relação mais intima das pessoas com Deus; uma vida interior. Em contrapartida, com o ateu e com o indiferente, ordinariamente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e compreensão.
Talvez, o Senhor permita que os seus discípulos sejam atacados até com a ama das injúrias pessoais, para esculpir as suas almas, sem deixar de lhes dar serenidade e alegria.
E então acontece o que se vê em todos os setores de nossa sociedade: Quando alguém, o com verdadeiro espírito cristão se dispõe a colaborar para o progresso de uma entidade, o sucesso de um empreendimento, a moralização de um mundo”, de só querer aparecer; é visto como um aproveitador ou então como um outro imoral. E a partir daí são vistas como pessoa que não merecem respeito e que devem ser marginalizadas.
E os ateus e os desavergonhados são cultuados como pessoas de reputação ilibada e continuam com suas vidas corruptas e devassas semeando desavenças, ódios, discórdia com seus atos e línguas ferinas.
A paz e a alegria interior, porém, mais e mais invadem os corações daqueles eu lutam para ser bons cristãos no meio de vivem, pois o próprio Cristo infunde neles a sua força, a sua graça, a sua vida.
Animem-se, pois, bravos seguidores do Senhor Jesus. Animem-se e tenham a certeza da paz e da alegria interior, que o próprio Cristo nos garante e dá.

Deixem suas mensagens HOJE na própria página do artigo, com cópia na página de contatos do jornal, e liguem para a redação no telefone (17) 3324-1000 para expressar sua opinião.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Jornal de Jaú publica texto sobre ateísmo e laicidade

No último dia 19, o jornal Comércio de Jahu publicou um excelente texto sobre ateísmo e laicidade de Estado, que fazemos questão de reproduzir aqui na íntegra.



Ateísmo, religiões e Estado

Ateísmo é a rejeição ou ausência de crença na existência de divindades e outros seres sobrenaturais, porque tidos como fruto da criação humana. Parte do pressuposto de que as convicções religiosas baseadas em livros sagrados como o Alcorão, a Bíblia, os Upanixades e o Talmud não passam de literatura.
A rigor, os ateus se diferem dos religiosos porque não acreditam em quaisquer deuses. Porém, cristãos são ateus em relação ao deus muçulmano ou ao judeu; budistas são ateus em relação ao deus cristão e ao muçulmano, e por aí vai. Logo, todos, sem exceção, são, de alguma forma, ateus. 
O ateísmo parte da constatação de que deuses foram criados em praticamente todas as civilizações e em todas as eras. Primeiramente coisas, depois seres vivos como plantas e animais foram deificados. Depois vieram as divindades com caracteres humanos. Por fim, surgiram as religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo, islamismo), que se espalharam pelo mundo ocidental, em contextos históricos diversos. 
A ideia de um deus criador rancoroso, como o cristão, o judeu e o muçulmano, para os ateus não faz sentido à luz da ciência. Somos serem pensantes, habitantes de um planeta maravilhosamente singular, dentro de um universo imenso, onde a figura de um deus, ou de deuses, simplesmente não se ajusta, porque nada explica, apenas complica. 
Ateísmo lida bem com a finitude, pois pensa nesta vida, no mundo real, sem que procure algum "sentido" maior em tudo isso. É o próprio homem que dá sentido a sua vida, por meio de suas ações. E o melhor motor ético do homem é sua própria consciência, baseada no respeito aos demais e à lei do seu país. As coisas são o que são e é melhor viver a paz da descrença que a ilusão de eternidade. 
Sim, os ateus focam sua preocupação não em dogmas, mas no ser humano e na ciência, sem que esta seja considerada infalível. Por isso, ateísmo é humanismo; é libertar-se de medo do sobrenatural; é buscar a compreensão do universo sem apelo ao criacionismo inverossímil. Para o ateu, a fé é uma ficção, uma renúncia à razão, que pode levar a resultados desastrosos.
O ser humano não precisa que livros sagrados prevejam punições (inferno) ou prêmios (céu) para agir bem socialmente, pois, em todos os países, há leis a serem obedecidas. Logo, age com ética aquele que faz o bem por convicção ou por medo de castigo divino? O direito já serve para isso: manter um mínimo de ordem. Basta temer as punições da lei, que aliás são muitas. 
Religiosos ortodoxos e fundamentalistas podem fazer o bom pela caridade, mas estão no cerne das grandes matanças, guerras e perseguições, sobretudo quando a religião é manipulada pela política, como ocorreu na Alemanha Nazista. A história mostra que a obsessão por controlar as mentes dos fiéis, somada ao ódio aos infiéis, configura o pano de fundo de tantas atrocidades. Exemplo maior foi o da Santa Inquisição, que ceifou a vida de milhares, talvez milhões, apenas por pensarem diferente da igreja católica. Exemplo recente foi genocídio praticado pela Sérvia cristã no coração da Europa nos anos 90. Nos dias de hoje, podem ser citadas as punições corporais e aviltamento da mulher (Alcorão), proibição de ateus ocuparem cargos públicos (vários estados dos EUA), o conflito entre Israel e Palestina; a religião é o que tornou possíveis os atentados de 11 de setembro, levando a um abismo entre o ocidente o mundo muçulmano. O que interessa enfatizar é que o mundo de hoje não está livre desse tipo de atrocidades, muito pelo contrário. 
No Brasil, a Constituição de 1988 prevê a liberdade de crença para crentes e descrentes (art. 5º, VI) e a separação entre igrejas e Estado (art. 19), mas isso não está sendo obedecido pelo poder público. Vejo com preocupação o fato de prédios públicos conterem símbolos religiosos (na sala de julgamento do STF, há um crucifixo); o fato de a religião católica ser ensinada nas escolas públicas; a presença de ministros religiosos ocupando cargos públicos; a concordata entre Brasil e Vaticano de 2008; o pagamento de dízimo exagerado pelos pobres; o enriquecimento de igrejas, protegidas pela imunidade injustificável; por fim, a existência de tantos feriados cristãos, como Sexta-feira Santa, dia de Nossa Senhora de Aparecida e Corpus Christi. São exemplos de usurpação do Estado laico pela religião, a despeito das normas, claras, previstas na Constituição. 
Rodrigo Zacharias é juiz federal em Jaú.


Enviem seus comentários hoje mesmo na página do texto e deixem uma cópia no espaço do leitor para que sua carta seja publicada.

sábado, 10 de setembro de 2011

Página 2 do Estadão: "ter fé em deus é bom para a Pátria"

O Estado de S. Paulo publicou hoje em sua página de artigos de opinião, o espaço mais nobre no jornal, um artigo do cardeal-arcebispo de S. Paulo, Odilo Scherer, intitulado "Ter fé em deus é bom para a Pátria?". Eis alguns trechos:

Além de cumprirem os seus deveres cívicos, como os demais cidadãos, as pessoas de fé têm uma contribuição própria a dar para o bem da Pátria. A fé em Deus, bem entendida e manifestada publicamente, com suas convicções traduzidas em antropologia, moral e cultura, pode representar uma contribuição fundamental para o bem comum. Da fé em Deus decorre uma valiosa compreensão da pessoa e sua existência, do mundo e do convívio social, da economia e de todas as atividades humanas. Decorre também um alto conceito de dignidade da pessoa e de seus direitos inalienáveis, bem como um embasamento sólido para práticas de respeito, justiça e honestidade, tão necessárias ao convívio humano e às relações sociais.
[...]Na antropologia cristã, além disso, está presente aquilo que a globalização vai trazendo sempre mais à luz: nossa pertença a uma única família humana, à qual estamos ligados de maneira solidária. Cremos num único Deus e Pai de toda a humanidade; ele quer o bem de todos os filhos e que vivam como irmãos e em paz. Um povo não pode ser indiferente aos outros, nem deixar de se interessar pela sorte sempre mais compartilhada por todos os membros da comunidade humana. Limites territoriais, tradições culturais, diferenças raciais, heranças históricas e interesses econômicos, em vez de contrapostos, deveriam ser cada vez mais conjugados e harmonizados. 
Quando se dá espaço para Deus, também o homem ganha importância; sua dignidade, seus direitos, a liberdade e o sentido de sua vida neste mundo não são diminuídos, mas iluminados e potencializados. A fé em Deus oferece bases sólidas para valores e virtudes que devem nortear o vida humana nas esferas privada e pública. 
Ter fé em Deus e manifestá-la abertamente, indo às suas consequências éticas e culturais, é bom e faz bem à Pátria.


Mande suas cartas hoje a forum@grupoestado.com.br com identificação, endereço e telefone. Sugerimos cópia para falecom.estado@grupoestado.com.br e portal@grupoestado.com.br pedindo direito de resposta à Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Projeto de Lei obriga bíblias em repartições públicas de Manaus

    "Tramita na Câmara Municipal de Manaus o Projeto de Lei (PL) 154/2011, que estabelece aos espaços públicos, inclui-se ai bibliotecas e salas de leitura de escolas, que possuam no mínimo um exemplar da Bíblia. De autoria do vereador da bancada evangélica, Marcel Alexandre (PMDB).

    Reconheço que o Estado é Laico, mas por outro lado, é democrático e também percebo a falta de referências que a sociedade tem sofrido. O uso da Bíblia nesse sentido não é sob o caráter religioso, mas sim cultural. Como país que mais fabrica bíblias e exporta para mais de 105 outros países de língua portuguesa, é uma possibilidade de divulgar a língua do país", justifica Marcel Alexandre."

Leiam a notícia completa no site d24am. Envie seu protesto para os veradores:


ademar.bandeira@cmm.am.gov.br, amauri.colares@cmm.am.gov.br, gloriacarrate@cmm.am.gov.br, cida.gurgel@cmm.am.gov.br, dr.denis@cmm.am.gov.br, drmodesto@cmm.am.gov.br, drmodesto@cmm.am.gov.br, eloi.abreu@cmm.am.gov.br, drgomes@cmm.am.gov.br, gilmarnascimento@cmm.am.gov.br, hissa.abrahao@cmm.am.gov.br, homeroleao@cmm.am.gov.br, isaactayah@cmm.am.gov.br, jaildo.rodoviarios@cmm.am.gov.br, jeferson.anjos@cmm.am.gov.br, joaquim.lucena@cmm.am.gov.br, leonelfeitoza@cmm.am.gov.br, mitoso@cmm.am.gov.br, carijo@cmm.am.gov.br, lucia_antony@cmm.am.gov.br, marcel.alexandre@cmm.am.gov.br, mirtes_sales@cmm.am.gov.br, mariobastos@cmm.am.gov.br, marise.mendes@cmm.am.gov.br, massamimiki@cmm.am.gov.br, mario.frota@cmm.am.gov.br, nelson.amazonas@cmm.am.gov.br, paulo_decarli@cmm.am.gov.br, paulonasser@cmm.am.gov.br, reizo.castelobranco@cmm.am.gov.br, roberto.sabino@cmm.am.gov.br, socorro.sampaio@cmm.am.gov.br, vilma.queiroz@cmm.am.gov.br, vitormonteiro@cmm.am.gov.br, waldemir.jose@cmm.am.gov.br, wilker.barreto@cmm.am.gov.br, wilton.lira@cmm.am.gov.br 


O email geral da câmara é camara@cmm.am.gov.br. Copie todos os endereços e cole na linha de cópia oculta do seu email (BCc ou Cco), para que o email pareça dirigido somente a um vereador.





quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Para padre, "falta de Deus faz aparecer a morte, o roubo, a mentira, a violência em toda sua plenitude"

O padre Roberto Francisco de Oliveira publicou hoje no site do Jornal da Manhã, de Uberaba (MG), o texto A dimensão religiosa é opcional?. Ali, à pergunta "Cultivar a dimensão religiosa é algo opcional ao ser humano?", ele responde:

"a abertura ao divino, a procura pelo divino, não pode ser encarada como um dado facultativo."

Ou seja, para o padre, independentemente do art. 5o da Constituição Federal, crer em deus é obrigatório. Mas ele continua:

"O homem somente se realiza enquanto homem quando desenvolve a sua dimensão religiosa. Cheio de Deus, o homem se torna mais homem. Torna-se verdadeiro homem. Consequentemente, a humanidade alheia a Deus não é humanidade. Quando muito pode ser considerada uma humanidade pela metade, deformada."


Para o autor, os ateus não se realizam enquanto homens: são menos homens, não são verdadeiros homens - e portanto seriam... pseudo-homens? Falsos homens? Somos homens pela metade, ou nem humanos somos.

E como não poderia deixar de ser, ele nos associa a todo tipo de mal e violência:

"A ausência do divino converte pessoas em espectros, em zumbis capazes de negar o ser. A falta de Deus faz aparecer a morte, o roubo, a mentira, a violência em toda sua plenitude. O dinheiro transmuta-se em ídolo e a ambição em mola propulsora do agir. Cai por terra o sentido da vida, os ideais elevados, o despojamento materialista."


Mandem suas mensagens hoje para o jornal através do formulário na própria página do texto, ou dos emails jmonline@jmonline.com.br e redacao@jmonline.com.br.